As minhas Personagens...

Apesar das várias assinaturas..., as palavras são todas da minha autoria.







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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Comunicado


Ter um blogue é para todos.
O conteúdo moralmente apetecível e de qualidade, já não... Mas não foi só a qualidade ou ausência dela naquilo que faço, que me impediu de ter um, há mais tempo.
Há anos que me disseram para o fazer. (Então, porque não?)
Tive uns textos e umas palavras vagas - outras profundas - num blogue mais leve, o blogue que o "hi5" contém... uns comentários lá... Por fora uns incentivos... O meu orgulho pelo meu produto e o meu receio. Pela qualidade dele ou a simpatia dos que me gostam. E apesar do medo, criei o que alguns conhecidos e amigos me disseram para criar ao longo dos tempos. Se eles querem, eles que são o (possível) público, quem sou eu para não dar de mim o que me querem?

Há um ano criei este blogue, sem ninguém saber. Guardei-o para mim. Em privado, num segredo amado, com a questão ambivalente de colocar o meu blogue público... Mostrar-me assim... tão nua...?
Sinto-me poeta e ninguém me pode dizer que o não sou, se o sinto em mim mais do que a mim.
O poeta que mostra as suas frases a outrem, mostra o seu corpo nu, mostra o seu espírito no seu estado mais puro, mostra as suas fraquezas e as suas emoções.
As suas lágrimas em forma de letras,
cada uma seguida de outra!
Pingando pelo rosto e papel moles,
gota a letra, sem terem forma nem textura,
tão transparentes como o sentir que as revelou...
Mostrarmos o que escrevemos é como quando canto para o público: franzo as sobrancelhas num acto tão naturalmente belo de emoção..., como respirar!
É como um artista que guarda os seus desenhos e as suas telas e esculturas na velha sala escura e um dia aceita mostrá-los numa sala iluminada, tão exposta, tão impura... aceita dar-se, aceita emprestar os seus sentimentos incrustados na matéria que fez aquelas peças, peças que as pessoas observam e tentam adivinhar o significado. Às vezes não sabendo que o significado não é feito de formas identificáveis... de formas fáceis de compreender.

"Será que quero dar-me assim?" Repeti para mim. Afinal, durante aproximadamente um ano. E passou tão rápido que não o soube, a não ser quando o li, aqui algures, neste livro sem capa dura.
É tão curioso, é um misto estafante de querer ter coragem para mostrar e querer esconder!
Serei assim tão forte para mostrar-me a vós, nua?


Fui.

BOSS AC - «Carta ao Pai Natal»

Há uma coisa curiosa que costumo fazer desde que me lembro... Não costumo adorar o autor dos produtos fabulosos que absorvo com os meus sentimentos... gosto e amo, apenas o produto, a arte... será egoísta às vezes quase desprezar o autor da obra...? Também acho que sim. Mas noto mais isso na música... Não gostaria que o fizessem a mim...
Mais uma música dele. Com clip e letra. Há que ler a excelente argumentação e a ausência de hipocrisia nestes poemas...






"Olá Pai Natal
É a primeira vez que escrevo para ti
Venho de Lisboa e o pessoal chama-me AC
Desculpa o atrevimento mas tenho alguns pedidos
Espero que não fiquem nalguma prateleira esquecidos
Como nunca te pedi nada
Peço tudo duma vez e fica a conversa despachada
Talvez aches os pedidos meio extravagantes
Queria que pusesses juízo na cabeça destes governantes
Tira-lhes as armas e a vontade da guerra
É que se não acabamos a pedir-te uma nova Terra
Ao sem-abrigo indigente, dá-lhe uma vida decente
E arranja-lhe trabalho em vez de mais uma sopa quente
E ao pobre coitado, e ao desempregado
Arranja-lhe um emprego em que ele não se sinta explorado
E ao soldado, manda-o de volta para junto da mulher
Acredita que é isso que ele quer
Vai ver África de perto, não vejas pelos jornais
Dá de comer ás crianças ergue escolas e hospitais
Cura as doenças e distribui vacinas
Dá carrinhos aos meninos e bonecas ás meninas
E dá-lhes paz e alegria
Ao idoso sozinho em casa, arranja-lhe boa companhia
Já sei que só ofereces aos meninos bem comportados
Mas alguns portam-se mal e dás condomínios fechados
Jactos privados, carros topo de gama importados
Grandes ordenados, apagas pecados a culpados
Desculpa o pouco entusiasmo, não me leves a mal
Não percebo como é que isto se tornou um feriado comercial
Parece que é desculpa para um ano de costas voltadas
E a única coisa que interessa é se as prendas tão compradas
E quando passa o Natal, dás à sola?
Há quem diga que tu não existes, quem te inventou foi a Coca-Cola
Não te preocupes, que eu não digo a ninguém
Se és Pai Natal é porque és pai de alguém
Para mim Natal é a qualquer hora, basta querer
Gosto de dar e não preciso de pretextos para oferecer
E já agora para acabar, sem querer abusar
Dá-nos Paz e Amor e nem é preciso embrulhar
Muita Felicidade, saúde acima de tudo
Se puderes dá-nos boas notas com pouco estudo
Desculpa o incómodo e continua com as tuas prendas
Feliz Natal para ti e já agora baixa as rendas"

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Breve reflexão sobre hip-hop e "Boss AC com Mariza" - «Alguém me ouviu» (do álbum "Mantem-te firme")

Eu sou das pessoas com o gosto musical mais diversificado que conheço.
Pensei que com o passar dos anos, a minha paixão por Hip-Hop se desvanecesse, como aconteceu com os meus belos 14 e 15 anos. Mas afinal a paixão ficou. Mas não gosto de todo o tipo de Hip-Hop... Quando é do tipo que eu gosto, o meu coração bate mais vezes por minuto, porque o tipo de Hip-Hop com que eu me emociono tem poemas de excelente qualidade e uma música de fundo com a presença de belos instrumentos musicais. Não é que não goste de ouvir aquelas batidas tão características do Hip-Hop..., também gosto. Mas há Hip-Hop e Hip-Hop, para quem souber distinguir... e, há gostos e gostos. E aos 21, 22 e mais adiante, julgo, gosto de ouvir esta música (hip-Hop) com tanta idade (já se aperceberam da idade do Hip-Hop?).
Tenho especial emoção pelos poemas deste Sr. que se segue, que se designa por BOSS AC. E gosto mais de achá-lo poeta e declamador de poemas que cantor... Julgo que ele tem uma voz bonita, forte, mas não canta, ele declama - ao som da música.
Este poeta escreve com as frases exactas os sentimentos mais difíceis de escrever. Gosto muito de lê-lo. E também ouvi-lo. E eu adoro fado... E esta música é... uma emocionante junção...




Boss AC com Mariza - Alguém me ouviu (do álbum "Mantem-te firme")



"Não me resta nada
Sinto não ter forças para lutar
É como morrer de sede no meio do mar e afogar
Sinto-me isolado
Com tanta gente á minha volta
Vocês não ouvem o grito da minha revolta

Choro a rir
Isto é mais forte do que pensei
Por dentro sou um mendigo que aparenta ser um rei
Não sei do que fujo
A esperança pouco me resta
Triste ser tão novo e já achar que a vida não presta

As pernas tremem
O tempo passa
Sinto o cansaço
O vento sopra
Ao espelho vejo o fracasso
O dia amanhece
Algo me diz para ter cuidado
Vagueio sem destino
Nem sei se estou acordado

Sorriso escasseia
Hoje a tristeza é rainha
Não sei se a alma existe
Mas sei que alguém feriu a minha
Às vezes penso se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo

Não há dia que não pergunto a Deus
Porque nasci?
Eu não pedi
Alguém me diga o que faço aqui
Se dependesse de mim teria ficado aonde estava
Aonde não pensava, não existia, não chorava

Prisioneiro de mim próprio
O meu pior inimigo
Às vezes penso que passo tempo demais comigo
Olho para os lados,
Não vejo ninguém para me ajudar
Um ombro para me apoiar
Um sorriso para me animar

Quem sou eu?
Para onde vou?
De onde vim?
Alguém me diga,
Porque me sinto assim?
Sinto que a culpa é minha mas não sei bem porquê
Sinto lágrimas nos olhos mas ninguém as vê!

Estou farto de mim,
Farto daquilo que sou,
Farto daquilo que penso
Mostrem-me a saída deste abismo imenso
Pergunto-me se algum dia serei feliz
Enquanto oiço uma voz dentro de mim que me diz

(M) Chorei
(M) Mas não sei se alguém me ouviu
(M) E não sei se quem me viu
(M) Sabe a dor que em mim carrego
(M) E a angústia que se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) Ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo
(M) Busquei
(M) Nas palavras o conforto
(M) Dancei no silêncio morto
(M) E o escuro revelou
(M) Que em mim a luz se esconde
(M) Vou ser forte e vou-me erguer
(M) E ter coragem de querer
(M) Não ceder nem desistir
(M) Eu prometo"

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Solidariedade, no teu auge

A Solidariedade é... (?)

(Faz desta palavra uma acção)


Não deixes que o alento passe num grito e
Te percas na ausência da tua essência,
Essa substância imaginária
Que te faz ser mais alto!
E voraz! Não com os outros, mas sim,
Voraz com o que te faz esquecer os teus sentidos,
Esses que te dão o poder de ver a alma de todos,
Até a daqueles que parece não a terem
Dentro das suas entranhas espirituais…
Perdoa aqueles que parece no lugar dela
terem algo que não os permite sentir…
Nem sonhar intensamente nem amar…




Dá a mão aos que amam e ama quem não sabe ainda fazê - lo,
Ensina - lhe a caminhar na areia ondulante da tua calma,
Pois de bondade se faz o crescimento interior,
O ódio… esse sentimento menos bonito,
Existe para que o amor se faça notar.
Traz a cada dia teu, meu, nosso, a paixão de cada dia!
Ela transporta camuflado o verbo amar
Guardado pela esperança de na acção se conjugar,
sem que nos apercebamos
Que ele está a chegar,
Naquele momento de sabores vários,
Em que não se distingue o céu do mar e
Que a linha que aparentemente os separa,
É somente a vontade do ser humano de se amparar…
Por não ter a possibilidade de ver pelo infinito além
E assim, é comandado o nosso olhar, mentindo - nos,
Por aquilo que não pode ver.




Todos temos medo de nos perder.
Todos temos medo, ainda mais, de nos achar…
A luta da nossa consciência pelo poder é constante,
Só ela sabe o que teme realmente…
Eu, penso para mim, que será o inconsciente.
Aquele que comanda os movimentos que não controlamos,
Que poderão ser prestáveis ou,
Isentos de atenção ao que rodeia a nossa carne…
Essa, que pensamos ser tudo…
Mas que leva o que mais amamos, por não durar sempre
E de repente te faz pensar se estas a olhar para a carne de todos
E mais importante, para o interior de todos, ou,
Se num acto irreflectido tens ponderado somente a tua pele,
Excluindo da tua preocupação egoísta
Seres carentes de algo ou tudo,
Gente lutadora que sofre para ter o que para ti é nada,
E também, gente carente daquela que parece não possuírem.
Daquela?
Daquela que (quem sabe?),
Poderá estar perdida e necessita d’um pouco da vossa, da tua,
Para construir a sua… A sua…?
Abre o coração, sente os teus olhos, será a sua alma?

2007/08 Por Diana Estêvão

_ Depressão _

Entra-se mais fundo no poço,
Que lentamente nos engole; é mais
Do que ficar triste,
É o desejo de morrer, desaparecer,
É ansiar a morte.
É não ter mais lágrimas para verter,
Estar seco, chorar por dentro,
Apodrecer.
É agonia subtil demorada,
É sentir que se é nada.
É mais que sofrer-se sozinho,
É sentir o corpo ausente,
E sobreviver com o espírito morto,
Fazendo por vezes,
Sofrer os que gostam de nós e nos sentem...
É dor que não se sente,
Vive-se com esse sentimento;
É o consumir das entranhas podres e
Apodrecer a alma,
É ter lágrimas de sangue e esconder a face na máscara;
Percorre-se estradas longas de retrocesso que pára a vida;
O tempo corre morto, a vida, que não o é,
Passa e leva-nos o tempo,
Esse, que nos leva a vida, essa que não a temos;
E nós, levamos a carne que temos vestida,
À morte alucinantemente esperada;
Devolvemos a paz ao espírito
E (alguns dizem...) fazemos crescer a alma.
A depressão não se vê...
A depressão não se sente...
A depressão vive em nós,
Caso um dia, surja a oportunidade de nos vencer.


2003, Diana Estêvão

domingo, 7 de junho de 2009

Fruto proibido

Fixei-me nos teus olhos
E, no fundo do teu olhar vi nascer o mais
Explícito desejo de provares o meu sabor.
E foi nesse momento, que os nossos
Corpos se ligaram num acto, que as nossas
Almas já haviam experimentado... Mas é
Neste momento que a amizade perde um pouco
Da sua força, e a paixão, atinge o auge da
Sua essência.

2004 - Diana Estêvão

Algo escrito num momento da minha vida em que, nutri sentimentos por alguém que me foi muito querido e amigo, mas que eu não deveria ter jamais tocado para além da sua alma.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Sociedade, é cada um de nós.


Quando há indivíduos pouco confiantes em si mesmos, com maus hábitos e influências desde cedo e rara rigidez na convicção com que ensinam - sendo os mesmos, pais de outrem - correm as crianças, filhos desse alguém, o risco de crescer semelhantes, mas com cada vez menos preparação para a realidade ou cada vez mais preparados para a real criminalidade.

A deficiente instrução (alimentada pelos progenitores), a falta de responsabilidade (incitada pelos exemplos... ou falta deles), a carência de respeito (normalizada pelo desprezo dado pelos encarregados de educação ao seu educando), a observação não real nem fiel dos factos importantes ao longo do crescimento da criança (fortalecida pelo esquecimento do particular pormenor de que a "criança", amanhã é um individuo...) e, o trabalho árduo (cansativo, enfadonho até, para alguns) que é dar educação, são consequências e factores cada vez menos toleráveis nas sociedades, para que a vida de todos melhore e haja pacificidade e respeito mutuo.

Infelizmente, os erros básicos e aparentemente inofensivos, de pais para filhos, ao longo da vida de cada família, tornam-se grandes problemas e perguntam-se muitos pais o quê? - "Onde é que nós errámos...?" - com um ar totalmente perdido e inculpável... Erraram muitos, sim, e em muito; lamento dizer-vos.
A velha história de que as criancinhas não podem ser contrariadas, dá bom azo a que elas cresçam achando que não devem de facto sê-lo e quando alguém lhes pede para fazerem algo ou as contraria, é vê-las a matarem os pais, chegarem à escola com armas e matarem os colegas à queima roupa, suicidarem-se, assaltarem, roubarem, etc., etc.... (deixo à mercê da realidade outras mais prováveis coisas), pois não aguentaram a pressão de serem privados da sua vontade ao fim de tanto tempo de lhes ser apoiada a vontade de fazerem o que querem e bem lhes apetece. E se não fizerem isto tudo que foi escrito, fazem outras coisas ou acumulam maus hábitos para continuar a ensinar. E estes que são mal ensinados - um dia pais ou não -, serão indivíduos e antes de serem pais, são ou foram filhos e membros da sociedade! A sociedade que temos.


Diana Estêvão (2008)

terça-feira, 2 de junho de 2009

O segredo explícito de ler poesia



A arte de ler
e gostar de poesia, é
seguir cada estrofe
respeitando apenas e somente
a pontuação.
Não é parar na frase
que não tem ponto
nem ponto e vírgula,
só porque há um parágrafo
que obriga o sensível
a separar-se da linha em que está
e saltar para o próximo corrimão.
E é sem dúvida,
ter também imaginação.


Diana Estêvão (2008)

Angústia Carnal

Esta alegria descontente,

Que invento permanentemente

Para esconder o meu desalento,

Que me abraça solenemente . . .



Indiferente, observo,

Distante, preservo,

O meu olhar discreto,

Apesar do sentimento secreto

Que sobrevive bem forte.



Amanhece, no meu corpo, o que

Escurece a minha mente;

Torna mais fraco o meu corpo quase morto,

E enfraquece quem me sente.





Diana Estêvão (2005)

Musicalidade


Gostas de sabor

Que a pele sedenta bebe,

Água de abundante dor

Que escorre, percorre e segue.


Brilho descontente,

De um olhar profundo,

Toque emergente

No coração do mundo.


Diana Marques Estêvão (2005)

Inalcançável

Ao meu gato, que morreu por volta de 2002

O meu gato faleceu com 6 anos. Enquanto eu dormia, ele na minha cama, de repente, sem motivo aparente, fez-me acordar com os seus miados estranhos... Quando o olhei estava assanhado... com os olhos muito abertos... posteriormente falaram-me em ataque cardíaco; seria então aquilo dor?... Ele mandou-se para o chão e foi direito à parede, desfaleceu, por 2 segundos... levantou-se cambaleando, fui buscá-lo... Peguei-lhe, coloquei-o no colo... Sentei-me na cama e massajei o seu peito enquanto ele revirava os olhos... sentia-se evidentemente mal... E eu não tive para pensar como me sentia... desesperada continuei e julgo que tentei dar-lhe ar... Ele deu um suspiro e pareceu uma pessoa ao fazê-lo. E depois parou.





A última vez que o olhei nos olhos,

a última vez que o tive nos braços,

foi para vê-lo e senti-lo morrer...

Sem que eu nada pudesse fazer.



Diana Estêvão (2003)

Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Para quem visitar o meu espaço, não se esqueça que o último texto da página foi o primeiro a ser colocado e que entre os primeiros e últimos textos, há sempre uns pelo meio... Digo isto porque quando leio um blog, tento perceber se há algum texto que me agrade, sem deixar que os primeiros, os últimos ou os do meio me repulsem... Aqui, há textos para todos os gostos.