As minhas Personagens...

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sábado, 19 de maio de 2012

Saber chorar

Saber chorar pode ser algo que se desaprende. Com a dor. A dor também nos seca.
Mais triste que não chorar, é querer e não poder verter aquilo que alivia o pesar.
E não basta recomendar beber muita água... porque o mal não está no que entra, mas no que não sai... Muito menos o mal está em algo tão material... como água... O mal de não chorar está em algo mais profundo. Libertar essa expressão liberta a tensão, talvez seja por isso que existe "chorar". Não sei... Mas...
Há pessoas que não sabem chorar. Nem por isso são más pessoas. Só são ainda mais tristes do que se chorassem.

Diana Estêvão

Traduz-me «saudade»


«Saudade»...,
Segundo a tua ausência,
Significa beber todos os dias
A dor de não te ver nem ouvir
Nem te ter, para me alimentar.
Significa,
Segundo o meu desejo de te possuir,
Enlouquecer todas as horas
Por não ter os teus lábios nos meus
Nem os meus olhos nos teus.

Diana Estêvão

«Saudade», a mais bela palavra Portuguesa

Traduz-me «saudade».

Eu poderia dizer I miss you, mas seria apenas sinto a tua falta... ou "te echo de menos"; "mi manchi", vermisse dich, tu me manques, あなたがいなくて寂しい (...) mas seriam expressões, com mais de uma palavra...!
Queremos uma só que tudo diga, uma palavra envolva esta imensidão de sentimento!



sexta-feira, 18 de maio de 2012

A balança

Se em ocasião te olho e te consigo ver,
Então reparo-te... como quem se delicia.
Estes suspiros são da tua autoria,
És o culpado dos meus sorrisos e desta alegria.
Tanto quanto és autor da ânsia e euforia...
E tanto quanto, infelizmente..., para mim,
És o tão capaz de me magoar,
Pelo que já experienciámos, sabemos que sim.
Porque eu deixei-me te amar.

A sós somos mais nós, sem ter que explicar.
Mas quando apareces assim...
Sem eu te poder pegar...
Desejo descer o pano com que faço
As nossas quatro paredes de amasso
E olhar-te nos olhos sem perguntar se posso,
Beijar-te meu amor... como no nosso regaço!

A sós és bem mais tu, mesmo que me digas que:
Não é bem assim...
Porque essa tua capa é demasiado crua...!,
Não me digas que é de mim!...,
Porque eu sou para ti mais nua do que
A tua verdade já alguma vez me foi...
Não me mintas... rapaz...
Porque me ensinaste mais que todos
Que amar com esta verdade...
Dá-nos a melhor felicidade e a mestra desgraça...
Mas..., desde que este tão doce alento
(Que me plantaste há muito tempo)
Seja mais abundante que estas lágrimas e noites
Que me tiras sem pedir permissão...
Então eu aceito continuar a amar-te.
Tudo porque eu te dei o meu chão.
Para não dizer o de sempre...
Porque esse que se diz que se dá...
Afinal fica sempre cá...

Ofélia Castro


Maio - 2012

Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Para quem visitar o meu espaço, não se esqueça que o último texto da página foi o primeiro a ser colocado e que entre os primeiros e últimos textos, há sempre uns pelo meio... Digo isto porque quando leio um blog, tento perceber se há algum texto que me agrade, sem deixar que os primeiros, os últimos ou os do meio me repulsem... Aqui, há textos para todos os gostos.