As minhas Personagens...

Apesar das várias assinaturas..., as palavras são todas da minha autoria.







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domingo, 20 de dezembro de 2015

Dar, receber, ter.

Que mais posso pedir?...
Se eu também não me dou
Nem quero dar,
Quando te quero sem querer estar
Nem te quero, só querendo ficar...

Que mais posso pedir
Se quando me procuras
Também eu não sou tua,
Nem tua nua sou exclusiva...
Mesmo que me enchas de sentimento...,
Não posso pedir ou exigir...
Não posso saber ou sentir,
Mesmo quando suspirei por ti
E me apercebi que um pouco me perdi.


Penetrar pessoas

Tenho um dom que me esqueci com o tempo...
Resgato-o de novo, com carinho.
Eu penetro pessoas com o meu amor.

As pessoas sempre me interessaram, sempre me fascinaram. Mas esqueci-me de quão fantástico é penetrá-las e compreendê-las e senti-las!
Esqueci-me e até deixei que me ensinassem a quase odiá-las...
Mas "são apenas pessoas", diz alguém sábio, que foi o gatilho para completar o ciclo que me voltou a lembrar que eu já penetrei pessoas até às entranhas do que não sabiam ser possível...
Eu amo pessoas. Mas esqueci-me disso. Até inverti isso, em tempos, passados. Passou. Já passou.
Eu vejo luz na escuridão, vejo belo no mais feio, vejo claridade na penumbra das pessoas que me intrigam e eu decido amar, como se fosse eu mesma...
Quem és tu? Quem és tu por quem passo e respiras o mesmo a que eu?
Um dia abordo-te... Um dia, uma noite, serás tal como meu, sem sermos de ninguém, mas ensinaram-me a chamar-vos de "minhas pessoas".
Obrigada a quem cruzou o meu caminho.
Na verdade, eu acredito que fomos todos encomendados.
Combinámos encontrar-nos...
Todas as relações foram combinadas, quase todas estudadas.
Todas as pessoas são almas conhecidas, sábias, antigas.

Penetrar-te o Ser

Mostra-me o que escondes sem querer.
Meio despreocupado se alguém realmente
O desejará saber...
Na floresta densa em que habita
A tua forma de Ser
Que se esconde a quem passa,
A quem olha sem querer ver...
Eu observo-te mais de perto
E vislumbro na densidade do que és...
Raios cortantes de tua luz,
Entre o arvoredo Negro,
Que me indicam o caminho
De algo que tens quase, quase em segredo
Mas que me desafia devagarinho
A procurar com carinho,
O que vais mostrando meio a medo.

domingo, 13 de dezembro de 2015

Eu não me afastei de ti.
O meu corpo é que se rasgou do teu
E deixou uma ferida aberta
Que todos os dias sara um pouco.
Quando te ouço e te leio,
Mesmo à distância,
Ela sangra.
Tenho imensas saudades tuas.
E só com isto eu entendo
O quanto gosto de ti.
Como é tão forte, intenso
O que criámos...
Ouço a nossa música...
«Estendo o corpo e adormeço
Sono tenso, sonho intenso
Entre nós só fumo denso
Fumo denso...
É só fumo denso...
Fumo denso...»

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Sou feita de sonhos de algodão.
Uns são doces.
Outros não.


Podia ser.

Podiamos correr o mundo.
Podiamos divertirmo-nos sem nos amarmos.
Podiamos ser tudo sem ser nada.
Podiamos ser o que nunca tiveste.
Podias ser o que nunca tive.
Podiamos...
Podiamos...
Não somos.

ADN

Procurei-te, um dia, porque escrevia um livro.
(E comecei a escrever um livro porque... Sonhei.)
Um dia achei que precisaria de mais do que umas palavras... Mais do que a minha imaginação.
A imaginação não foi o bastante porque me apaixonei pela emoção do que nela pintava.
E achei que me apaixonei por ti. Se calhar... Não sei.
Então escrevi.
E o meu livro tem uma personagem com o teu ADN.
Costumo dizer isto quando alguém é inspiração para algo que escrevo.
Eu quis mais que palavras.
Palavras não me chegaram.
Palavras nunca me chegaram...
Ainda escrevo o meu livro.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Escolhas

Corro o mundo à procura de mais do que tu.
Corro o mundo e não encontro melhor que tu.
Corro o mundo e o mundo é curto...
Corro e procuro-te.
Procuro-te no mundo.
Mas não te vou encontrar.
Porque nada do que eu vivi eu viverei.
Nada do que eu encontrei em ti, eu encontrarei.
E eu só me minto ao dizer-me que voltarei.
E após correr o mundo, mais tarde, irei perceber que
Agora, eu só perco ao pensar que novamente te terei.

sábado, 5 de dezembro de 2015

Sonhos

Entro nos teus sonhos, porque quero Sonhar.
Tenho esperança que contigo consiga comunicar...
Na realidade em que assentamos os nossos corpos,
Não nos podemos tocar, por isso, hoje
Eu vou-te buscar.
Vamos procurar-nos um no outro,
Vamos perder-nos...
Numa dimensão sem tempo nem espaço,
Só os nossos corpos e sensações,
Sem regras nem colapsos de tempo,
Vou procurar-te e vou encontrar-te...
Adormeço ao som da chuva,
Lá fora sentem-se as gotas...
Aqui, sinto-me a ir...
Acredita, aguarda-me, eu vou aparecer...
E no nosso sonho, as gotas que escorrerem
Vão ser de nós e não vão ser gotas

Serão rios de prazer...




Inspirações...

Não estranhes que não te olhe mais
Porque
Uso-te para inspiração.
E…
O meu corpo desfaz-se em pétalas vermelhas quando te pensa.
Toda eu sou poesia agora.
Toda eu sou vermelha energia que brota fora…
Do meu Eu…
O Eu que procurei
E foi perdido outrora…



O que fui e sou

Eu agarro tudo o que vem
E espremo o sentir,
Esmifro as sensações
E não preciso de ninguém comigo,
Só preciso da minha mente.

Se me deixassem,
Passaria horas a debitar palavras juntas,
Conjuntos seguidos,
Textos imensos
Segmentos sentidos,
Intensos para mim,
Intensos para muitos consumidos…
Por mim.
Toda eu sou poesia agora
Que me descobri.
A antiga que agora é de novo
Nova.



sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Eu, Eu, EUgoísta.

Ponho tudo o que sou em tudo o que faço.
Nem sei não ser Eu.
Mesmo que tente ser um pouco de outrem,
Sou ainda mais Eu, junto com mais alguém.
Sou tudo o que não foi inventado,
Para que pudesse ser só Eu.
Sou Eu, Eu e mais Eu.
E chamem-me Egoísta.
Chamem-me o que vocês quiserem...
Porque Eu, Nasci para Ser
O que não foi antes o meu Eu.


Memórias passadas no presente

Merda.
Homem é Homem.
Aliás, como Mulher é Mulher.
Mas é de homens que falo. Falo de falo.
Não me interessa se tem filhos, se tem primos,
Irmãos ou se é órfão!
Foda-se!
Para mim, homem, é homem!
Vejo cada pessoa como uma e não com agregados…
Que se lixem os moralismos.
Sou feita de sentimentalismos.
De emocionalismos!
De Paixão! Foda-se!
Sou feita de Paixão!
EU quero lá saber se tens um irmão, um cão
Ou se és parvo.




Escolhi-te.

Para mim trata-se de querer ou Não.



Eu

A minha foto
Planeta Terra, Portugal
Para quem visitar o meu espaço, não se esqueça que o último texto da página foi o primeiro a ser colocado e que entre os primeiros e últimos textos, há sempre uns pelo meio... Digo isto porque quando leio um blog, tento perceber se há algum texto que me agrade, sem deixar que os primeiros, os últimos ou os do meio me repulsem... Aqui, há textos para todos os gostos.